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A HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO DO GINASIO POLIESPORTIVO: ESPORTE SEM TETO X GINÁSIO POLIESPORTIVO




Saiba como tudo começou para a construção do Ginásio Poliesportivo. A união de vários jovens já envolvidos com o esporte, sem vaidades e interesses individuais tendo um único objetivo o ESPORTE, foi fundamental para obter essa conquista. No final de 1994 começou a luta pela construção do ginásio poliesportivo e teve seu ápice em 1996.

Aqui vocês vai ter  a oportunidade de vivenciar uma
grande conquista que entrou para a história do esporte de Cabo Frio, encontrarão o relato contando essa história, conversas com os políticos, criação do movimento chamado de “ESPORTE SEM TETO”, porque começou em 1994, fotos, vídeo, abaixo assinado com 1321 assinaturas, documentos de apoio de federações, confederações e outras entidades, áudio do professor Renato Azevedo na defesa do ginásio quando na inauguração da “Tribuna Livre” na Câmara de Vereadores.

 Matéria, fotos, vídeos relatos abaixo:




Em 1994, quando estivemos na cidade de Venâncio Aires representando o Estado do Rio de Janeiro com a seleção de Cabo Frio, ficamos impressionados com a quantidade de ginásios poliesportivos com dimensões oficiais existentes na cidade — muitos deles, inclusive, dentro de escolas. Comentávamos, em tom de brincadeira, que dava vontade de pegar um daqueles ginásios e levá-lo para Cabo Frio.


Para nossa surpresa, pouco tempo depois surgiram movimentações concretas para a construção de um ginásio poliesportivo em nossa cidade. A notícia encheu a todos de alegria e expectativa. Chegamos, inclusive, a visitar uma empresa em Santa Teresa, especializada em projetos de ginásios poliesportivos.


Entretanto, à medida que o projeto avançava, nos deparamos com um cenário eleitoral delicado. De um lado estava o então Deputado Estadual Alair Corrêa; de outro, o então Prefeito José Bonifácio — duas figuras marcantes na história política da cidade. O momento exigia cautela: como superar o impasse político sem deixar escapar a oportunidade de concretizar um sonho de tantos desportistas?


Decidimos, então, formar um movimento suprapartidário, voltado exclusivamente à construção do ginásio. As reuniões aconteciam uma ou duas vezes por semana no tradicional Hotel Nanuque, em plena alta temporada de verão. Mesmo após dias exaustivos de trabalho, comerciantes e desportistas compareciam às reuniões, movidos pelo propósito maior.


Ficou definido que abriríamos diálogo com ambos os líderes políticos. O Sr. Barreto e o Sr. Eliseu Pombo representariam o movimento nesse primeiro momento. Conversávamos separadamente com cada um, ouvindo opiniões e sugestões. Após muitas reuniões, sem que se chegasse a um consenso satisfatório, entendemos que era necessário mobilizar a sociedade civil e as entidades esportivas de Cabo Frio.


Em uma dessas reuniões, o Sr. William, então presidente da Federação de Handebol, sugeriu o nome “Esporte Sem Teto” para o movimento — proposta aprovada por unanimidade. Também foi aprovada a realização de um grande evento na Praça Porto Rocha, envolvendo atletas de diversas modalidades, cada qual realizando demonstrações esportivas. Paralelamente, voluntários colheriam assinaturas para um abaixo-assinado a ser entregue na Câmara de Vereadores.


Foram produzidos prospectos informativos, e diversas entidades — Ligas, Federações, Confederações — além da OAB e da Paróquia Nossa Senhora da Assunção — enviaram documentos solicitando apoio à construção do ginásio.


O movimento ganhou ainda mais força quando o professor Renato Azevedo aderiu à causa, assim como o craque Romário, cuja participação trouxe grande visibilidade e entusiasmo à iniciativa.



Romário com atletas apoiando o Esporte Sem Teto



 



 

 

 

 

 


Após todas essas mobilizações, conduzidas de forma respeitosa e sem qualquer revanchismo ou radicalismo, entregamos ao então Presidente da Câmara de Vereadores, Sr. Acyr Rocha, um abaixo-assinado contendo 1.321 assinaturas.


Na sequência, solicitamos a utilização da recém-criada “Tribuna Livre da Câmara”. Coube ao nosso movimento a responsabilidade de inaugurá-la. O professor Renato Azevedo foi o primeiro a ocupar a tribuna, representando a Liga Cabo-friense de Futebol de Salão. Em seguida, o Sr. Eliseu Pombo fez uso da palavra, representando a Liga Cabo-friense de Handebol. Foi um momento marcante para o esporte local, pois ali os desportistas passaram a ter voz oficial dentro do Legislativo.


Um dia antes da sessão decisiva que definiria a construção ou não do ginásio poliesportivo, realizou-se uma reunião no tradicional Tamoyo Esporte Clube, reunindo vereadores ainda indecisos e representantes do movimento esportivo. Ao final do encontro, todos se comprometeram a votar favoravelmente na sessão do dia seguinte.


E assim aconteceu. A proposta foi aprovada, consolidando uma grande vitória para o esporte de Cabo Frio. Apenas o vereador Aires Bessa não votou, por não ter comparecido à sessão.


Com a decisão consumada, os candidatos a prefeito assumiram o compromisso público de dar continuidade à construção do ginásio poliesportivo caso fossem eleitos — inclusive o Prefeito José Bonifácio, que já havia iniciado as obras.


Entretanto, a realidade foi diferente do esperado. A construção acabou sendo paralisada a partir de 1997, permanecendo interrompida até junho de 2004. Somente no segundo semestre de 2004 as obras foram efetivamente retomadas.


CLIQUE E ASSISTA A MATÉRIA DO CANAL ECO TV SOBRE O MOVIMENTO ESPORTE SEM TETO




Clique no vídeo abaixo e escute o professor Renato Azevedo na defesa do ginásio quando na inauguração da “Tribuna Livre” na Câmara de Vereadores.




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ASSISTA O DOCUMENTÁRIO: FUNDADORES DA LIGA CABOFRIENSE DE FUTSAL E SEU LEGADO






Como começou a ideia de fundar em Cabo Frio uma liga de futebol de salão, hoje futsal. 




ASSISTA ABAIXO: 


 

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O RETROCESSO DO ESPORTE DE CABO FRIO E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARTE 1

A criança, a luva de goleiro e a arma




Essa é uma história verídica de uma criança de Cabo Frio que encontramos ao desenvolver o projeto sócio esportivo Novo Cidadão, seu perfil já indicava seu envolvimento em área de risco, claro que seu envolvimento era decorrente da falta de informação.

O início

Sua estrutura familiar era deficitária, não tinha condições para pagar pela pratica de atividade esportiva, baixa estima, além de outras carências encontradas, o projeto atendia a todas as crianças e adolescentes, mais eram justamente essas crianças que o projeto voltava suas atenções, tentando transformar seu perfil.

No início muito relutante aos comandos de uma referência nova o professor de educação física e seu apoio (um estagiário de educação física). Seu comportamento foi melhorando com o passar do tempo e com a sua participação agora efetiva nas atividades esportivas, aprendeu numa simples atividade de chutar ao gol, que tinha que respeitar primeiro as orientações do professor e apoio, segundo respeitar seus amigos aguardando na fila o seu momento para chutar ao gol.

Antes era muito disperso, porém melhorou muito sua concentração observando atentamente as orientações do seu professor, tanto na pratica esportiva da modalidade mais também no comportamento para a formação de um cidadão.

A transformação

Seu envolvimento com o projeto chamava atenção, e saltava aos olhos daqueles que viram o seu comportamento no início e agora vislumbravam outra criança, ela estava com uma alta estima elevada, o seu professor agora era chamado de tio, assim como o estagiário.

Como não conseguiu se adequar como jogador de linha começou a experimentar jogar no gol, ele estava tão feliz que mesmo tendo dificuldades financeiras conseguiu que seu responsável comprasse as luvas de goleiro, quando apareceu com as luvas de goleiro no projeto, seu rosto brilhava de alegria e felicidade.

O retrocesso

O tempo foi passando até que chegou o ano de 2013, como todo ano acontecia, ele ficou animado, motivado, alegre, feliz e ansioso pelo inicio do projeto para participar. Mais o tempo foi passando e nada do retorno do projeto, seu espaço antes ocupado pela as atividades esportivas após estudos na escola, agora voltava a ficar ocioso, não tinha nada para fazer depois do estudo na escola.

Ainda esperançoso ouvia com alegria que era uma questão de tempo, e mais tarde o projeto retornaria, mais uma vez ficou aguardando, porém nada de concreto acontecia, e o tempo foi passando, outras amizades foram tomando lugar neste espaço ocioso, amizades que na realidade começaram a levá-lo de volta para áreas de risco.

A conseqüência

Infelizmente o tempo lhe respondeu que não haveria mais o projeto, e como conseqüência disso veio o retorno de sua baixa estima, que tirou sua alegria, felicidade e criou uma baita depressão, não foi difícil de repente encontrá-lo envolvido em pequenos roubos, envolvido com drogas e por fim trocar a sua luva de goleiro por uma arma.

Para refletir

Essa é a história de uma criança que durante vários anos participou de um projeto sócio esportivo e que durante dois anos não teve mais esse direito, conforme consta no artigo 4º do Estatuto da Criança e Adolescente, agora multiplique por tantas outras crianças que durante esses dois anos também perderam seu direito de praticar esportes, quando vários núcleos e modalidade foram fechados.

Depois para dar uma satisfação para a sociedade querem “Baixar a Maioridade Penal” colocando a culpa no Estatuto da Criança e Adolescente, e ainda ficam se perguntando por que nossas crianças estão se envolvendo com crimes?
Nessa história inicialmente vemos claramente a facilidade para transformarmos uma criança ou adolescente em um bom cidadão, utilizando o esporte de forma democrática e direcionado por uma Política Pública, onde informações para a formação de um bom cidadão são introduzidas de forma lúdica

Deixamos aqui uma pergunta, quem induziu esta criança a trocar a sua luva de goleiro por uma arma? A maioridade penal, O ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), O termino de um projeto sócio esportivo desenvolvido através de uma política pública.

Ao encerrar cabe informar que este projeto foi desenvolvido com  objetivo de atender a toda uma sociedade, principalmente as crianças, adolescentes, jovens e atletas de forma democrática através de uma política pública, mais também tinha outro objetivo de fundamental importância, era utilizar esse projeto para servir a DEUS, durante dois anos as pessoas responsáveis pelo projeto perderam a oportunidade de continuar servindo a DEUS através deste projeto.

“Melhor lhe seria que se lhe atasse em volta do pescoço uma pedra de moinho e que fosse lançado ao mar, do que levar para o mal a um só destes pequeninos. Tomai cuidado de vós mesmos” Lucas 17, 2

Na próxima parte nº 2, estaremos nos reportando ao Núcleo do Jardim Esperança que era desenvolvido no ginásio poliesportivo Vivaldo Barreto, aguardem.



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O RETROCESSO DO ESPORTE DE CABO FRIO E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARTE 3

O Retrocesso do esporte de Cabo Frio e suas conseqüências
Parte 3


Equipes de Cabo Frio perderam apoio para competir
Ainda nos reportando aos dois anos (2013/2014) quando houve um retrocesso no esporte de Cabo Frio, vamos temporariamente deixar de lado o projeto sócio esportivo, e vamos adentrar o assunto pertinente ao apoio das equipes de Cabo Frio que participavam de competições estaduais.


A conquista
Foi uma conquista para o esporte de Cabo Frio, quando conseguimos montar uma logística de apoio para as equipes que representavam a cidade de Cabo Frio em competições estaduais, claro que havia algumas normas e diretrizes a serem seguidas.


Normas e Diretrizes
Tinha como condição  formar a equipe através de uma seletiva, para que todos atletas, pudessem ter o direito de participar de forma democrática na seleção que formaria a equipe, dessa forma evitaríamos formar uma equipe por uma questão somente de amizade e convívio, mais sim pela competência e qualidade
Era de fundamental importância que a seleção daquela modalidade, quando participasse de competição estadual a mesma teria que ser realizada pela sua respectiva Federação, e sendo a mesma reconhecida pela sua Confederação.
Somente nas modalidades de karatê, jiu-jítsu e muay thai e que encontrávamos diversos caminhos diferentes, apresentando-nos várias opções de Federações devidamente reconhecidas.
As seleções tinham que encaminhar antes do início do ano o planejamento indicando o mês, dia e horário das competições, para que a secretaria pudesse se organizar no apoio.


O apoio da Prefeitura
Depois de cumprir essas exigências, as seleções recebiam o apoio da Prefeitura da seguinte forma: quando viajavam tinham transporte, lanche pela manhã, almoço e lanche à tarde, e para treinamento eram disponibilizados horários e locais apropriado.


A Liga Cabo-friense de Desporto
Havia uma dificuldade no momento de filiar e de inscrever a equipe nas competições, pois as modalidades em questão não estavam organizadas neste sentido.
Foi então utilizada a Liga Cabo-friense de Desporto, que dava essa condição legal, possibilitando a filiação as suas respectivas Federações, resolvendo assim o problema da equipe em participar das competições, sejam em qualquer modalidade
Cabe ressaltar que por muitos anos a Liga Cabo-friense de Desporto, foi confundida como sendo somente da modalidade de futebol de campo, o que não é verdade.
A ela cabia por lei também pode abraçar qualquer outra modalidade, exemplo a Liga de Desporto de Volta Redonda envolve mais de quinze modalidades.
Infelizmente essa Liga que foi recuperada durante o período de 2009 a 2012 clique aqui, perdeu seu espaço e apoio. Mais este assunto veremos mais a frente


Equipes que recebiam esse apoio
Era um total de onze modalidades que tinham o apoio da Prefeitura de Cabo Frio através da Secretaria de Esportes, eram elas: Atletismo, Natação, Judô, Karatê, Taekwondo, Jiu-Jítsu, Muay Thai, Handebol, cabe ressaltar que outras equipes também eram apoiadas, através de subvenção ou patrocínio como o Voleibol, Basquete, e o Futsal este envolvia as categorias sub 15, 17, 20 e adulto.


A perda de uma conquista
Infelizmente durante esses dois anos (2013/2014) o esporte de Cabo Frio perdeu também essa conquista, crianças, adolescentes e jovens que faziam parte destas equipes, sentiam orgulho de poder representar sua cidade, se dedicavam nos treinamentos e se superavam nas competições conquistando vitórias e medalhas
Esse retrocesso fez os desportistas voltarem a fase de andar de pires na mão, pedindo, por favor, uma ajuda, fato este vivenciado por vários desportistas até 2004, agora as equipes se sujeitam ao “oportunista de momento” clique aqui e verifique o item 2 “Reflexões daquela época” e veja quem é?
Para que entendam melhor o que foi perdido, vamos evidenciar cada modalidade, recordando o que tínhamos conquistado, em virtude deste apoio da Prefeitura através da Secretaria de Esportes, começaremos pelo atletismo e natação


Atletismo
Essa equipe se filiou a FARJ (Federação de Atletismo do Estado do Rio de Janeiro) pela Liga Cabo-friense de Desporto, já chamava atenção nas competições realizadas pela Federação, pelos bons resultados obtidos clique aqui, na sua formação tinha 35 atletas, chegando inclusive a ter duas atletas no ranking brasileiro clique aqui.
Em virtude deste desenvolvimento a Federação trouxe o evento denominado Circuito Fluminense de Corrida Rústica e Caminhada, em Cabo Frio foram realizadas três etapas sem custo (eu disse sem custo) para o município, clique aqui.
Durante este evento eram ministrados cursos de iniciação a prática do atletismo envolvendo crianças e adolescentes e professores, cabe frisar que os coordenadores da Federação identificaram muitas crianças e adolescentes com o perfil adequado ao atletismo.
A prática desta modalidade dentro do projeto, e ainda tendo uma equipe competindo, trazia um envolvimento tão grande, que conseguia motivar alunos e atletas que vinham de ônibus do bairro Botafogo, para participar no treinamento no Aracy Machado na parte da tarde e voltavam também de ônibus
Infelizmente desde 2013 essa equipe acabou por falta do apoio da Prefeitura, inclusive a modalidade do atletismo foi retirada do projeto sócio esportivo Crescendo com o Esporte.
No projeto sócio esportivo Novo Cidadão eram três núcleos (Aracy Machado, Vivaldo Barreto e João Augusto) envolvendo 96 crianças clique aqui. Também eram realizadas competições entre os núcleos clique aqui.
Equipe Feminina Atletismo
Carla Pereira Campeã Estadual 1.000m Feminino



Natação
Apesar de haver algumas tentativas em anos anteriores, foi a partir de 2010 que de fato a natação conquistou o seu espaço, formando uma equipe obedecendo às normas e diretrizes, depois se filiando a FARJ (Federação Aquática do Estado do Rio de Janeiro) pela Liga Cabo-friense de Desporto.
Foi realizado a seletiva onde conseguiu reunir os melhores de Cabo Frio para ao final formar a equipe que representaria a cidade, clique aqui. Já na sua primeira participação teve uma boa participação clique aqui, e em seguida conquistou vitórias clique aqui e medalhas clique aqui.
Depois de cumprir as exigências começou a receber o apoio já descrito acima, além disso, com o desenvolvimento do núcleo de natação do projeto sócio esportivo Novo Cidadão 8 clique aqui, foi possível viabilizar dias e horários de treinamentos desta equipe na piscina.
Equipe de Natação de Cabo Frio 2010, 5ª Colocação Geral
Infelizmente essa modalidade também perdeu esse apoio, eram vários atletas que participavam, chegou momentos de competir com 22 atletas, seus pais podiam também viajar para incentivar seus filhos, que motivados davam tudo de si, vislumbrando uma melhor participação nas competições.
A conseqüência desta falta de apoio para essas equipes de modalidades olímpicas do Atletismo e Natação pode ter desenvolvido nos atletas vários sentimentos, desanimo, decepção, depressão, angustia e outros, esses sentimentos podem direcionar em grande percentual, para caminhos contrários a formação de um bom cidadão.
Já é difícil desenvolver políticas públicas de prevenção para crianças e adolescentes, e quando elas existem simplesmente acabam com elas sem qualquer satisfação. Depois para tentar consertar encontram a brilhante idéia de BAIXAR a maioridade penal.
Na parte 4 estaremos relatando as situações das equipes de Artes Marciais

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O RETROCESSO DO ESPORTE DE CABO FRIO E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARTE 2

O termino do núcleo do Jardim Esperança no Ginásio Poliesportivo Vivaldo Barreto.



Quem era o Sr. Vivaldo Barreto?


Sr. Vivaldo Barreto dando o toque inicial de abertura do Ginásio
Vivaldo Barreto é o nome de um grande desportista de Cabo Frio, que muito colaborou para o desenvolvimento do esporte de Cabo Frio, uma homenagem feita em vida a esta pessoa que trilhava suas ações entre suas atividades comercial e apoio que dava  há várias modalidades.
Mais sua maior identificação foi na modalidade do futsal (história que é contada neste blog) onde apesar de nunca ter sido presidente, foi sempre considerado “O eterno presidente da Liga”, também participou do movimento  “Esporte sem Teto” pela construção do Ginásio Poliesportivo Aracy Machado agora denominando Alfredo Barreto, e outras que podem ser comprovadas na história do futsal que é contada neste blog.


Do início até 2102
A inauguração em Outubro de 2010 do ginásio Vivaldo Barreto, clique aqui e veja, teve um aspecto diferente do ginásio Aracy Machado, enquanto o ginásio Aracy Machado foi construído em virtude de um movimento, clique aqui e veja , de toda uma sociedade denominada “Esporte sem Teto”, o Vivaldo Barreto nasceu de uma simples iniciativa por haver a necessidade de ter mais um ginásio, em virtude do crescimento do esporte desde 2005, e também brindar a toda comunidade do Jardim Esperança, dando a todos o direito da prática esportiva e atividades físicas


As atividades desenvolvidas
Primeira ação foi desenvolver o núcleo do projeto sócio esportivo Novo Cidadão, que chegou atender mais de 1.000 crianças e adolescentes, que todo dia de segunda a sexta de 8:00 as 20:00 estavam sempre praticando futsal, voleibol, basquete, handebol, atletismo, judô, karatê, capoeira, muay-thai e balé, veja a listagem Clique aqui
Era uma beleza contagiante, ao ver o entra e saia de crianças e adolescentes acompanhadas de seus responsáveis, Clique aqui e veja, transmitindo uma alegria e felicidade estampadas no rosto de cada um deles, em virtude simplesmente de participarem do projeto.
O ginásio trazia uma segurança e tranqüilidade com uma equipe envolvendo coordenador, guarda municipal e três pessoas de serviços gerais para atender na limpeza dos três turnos, além disso, o ginásio protegia os responsáveis e seus filhos quando as diferenças climáticas se alternavam, estivesse sol ou chuva eles estavam sempre protegidos. Clique aqui e veja a relação de quantidade de alunos por modalidade em 2102.


Colônia de Férias
Durante as férias escolares era desenvolvida uma colônia de férias onde as crianças e adolescentes realizavam atividades esportivas e de arte. Aqui tivemos uma informação surpreendente, os pais relataram que neste período de alta, eles trabalhavam numa carga horária muito forte, mais sempre ficavam preocupados com seus filhos que ficavam em casa ou na rua sem atividades. Porém com a realização da colônia eles começaram a ficar mais tranquilos, por saber que os mesmos agora estavam tendo atividades no ginásio acompanhadas por profissionais qualificados, clique aqui e relembre.


Projeto Vida Ativa
Não podemos esquecer que para atender a solicitação dos responsáveis das crianças, foi também desenvolvido no ginásio o projeto “Vida Ativa”,  que atendia mais de cem pessoas principalmente os da melhor idade com atividades aeróbicas, duas vezes na semana sempre de 7:00 as 8:00, e sempre uma vez por mês era realizado um café envolvendo todos os participantes.







Competições
Além de todas essas atividade tínhamos de segunda a sexta após as 20:00 os treinamentos de equipes que representavam Cabo Frio em competições estaduais, as competições municipais e estaduais de modalidades esportivas que eram subvencionadas pela prefeitura.
Nos finais de semana eram realizadas jogos de competições municipais de Futsal Clique aqui e veja, Atletismo clique aqui e veja, Voleibol clique aqui e veja, Copa Estudantil Clique aqui e veja, Campeonatos clique aqui e veja, estaduais e do projeto Novo Cidadão. Clique aqui e veja.


A Família interagindo com o projeto
Lembro-me quando da realização da festa de encerramento do balé no final do ano, as mães participavam com alegria e de forma até emocionada na preparação de suas filhas, assim como também na organização da festa junto com a professora
Era uma conquista que nem imaginávamos seu acontecimento, somente quem estava perto no dia a dia, percebia claramente como a família tinha absorvido a importância do projeto, e víamos claramente a interação família, filhos e projeto. Clique aqui e veja.


Cabo Frio na Rota Olímpica
Talvez muitos não saibam, mais a cidade de Cabo Frio conquistou o credenciamento para receber delegações olímpicas e paralímpicas durante a realização destes eventos, somente 73 cidade conseguiram ser credenciadas, clique aqui e veja.
O ginásio recebeu a visita técnica do Comitê Organizador Rio 2016, com o objetivo de ser avaliado e depois receber aprovação ou não, ao final desta avaliação técnica, teve parecer favorável e foi aprovado como equipamento para treinamento.
Em 2012 durante as Olimpíadas em Londres, a cidade de Cabo Frio foi anunciada para o mundo esportivo como cidade anfitriã para treinamentos, e até hoje ainda e divulgada mostrando os equipamentos aprovados, ginásio Aracy Machado e Vivaldo Barreto, clique aqui e veja





O Respeito
Tínhamos informações que o local ao entorno do ginásio era uma área de risco, mais até eles respeitavam, pois o ginásio tinha uma vida própria de segunda a segunda, envolvendo muitas famílias do Jardim Esperanças e seus respectivos filhos, que nunca tiveram a devida atenção.


O Final de um sonho
Depois da falta de atenção por muito tempo, hoje infelizmente encontramos o ginásio poliesportivo que leva o nome de um grande desportista, sem qualquer atenção básica na sua manutenção, com partes deterioradas pelo tempo, clique aqui e veja . Ginásio Poliesportivo V. B. um retrato do abandono Clique aqui e veja.
Sabemos da importância de manter um patrimônio público, mais algo pior aconteceu, o que dava mais alegria, felicidade, beleza, fazendo pulsar uma energia de paz, harmonia e se respirava o sublime espírito esportivo, era aquele entra e sai toda semana de crianças e adolescentes, mais de 1000 até 2012 que deixaram de ter a sua devida atenção.
Como conseqüência dessa falta de atenção toda essa beleza, alegria, felicidade e energia foram se definhando ao longo destes dois anos, culminando com o seu termino, essa falta de atividades transformou o ginásio antes vivo num espaço abandonado, que colaborou em muito para a entrada de vândalos, pessoas envolvidas com drogas e até uma família com um bebê.
Agora perguntamos o que pode ter acontecido com essas crianças e adolescentes? Clique aqui e relembre (12) a história verídica de uma criança de Cabo Frio, e seus responsáveis antes tranquilos como devem se sentir agora. Foi de fato uma perda imensurável.


Antes e depois
Agora compare as fotos desde 2010 até 2012 e como ficou após
ANTES

DEPOIS


ANTES


DEPOIS


ANTES


DEPOIS


VIVALDO BARRETO EM SEU AUGE 











Agora perguntamos o que pode ter acontecido com essas crianças e adolescentes que perderam o direito de vivenciar momentos de alegria, felicidade e de sonhar através da pratica esporte? Clique aqui e relembre (12) a história verídica de uma criança de Cabo Frio. E seus responsáveis antes tranqüilos como devem se sentir agora?
Parte 03
Na parte 03 estaremos nos reportando a algumas equipes que representavam a cidade de Cabo Frio em competições estaduais, porém hoje passam por dificuldades e não conseguem o devido apoio, voltaram a ficar de pires na mão, aguardem


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